Manuel Alegre, igual a si próprio, veio criticar e desmascarar as bi-candidatas socialistas. Elisa Ferreira e Ana Gomes não quererão contar a verdade ao povo, mas agora está mais difícil...
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Pois é...
Manuel Alegre, igual a si próprio, veio criticar e desmascarar as bi-candidatas socialistas. Elisa Ferreira e Ana Gomes não quererão contar a verdade ao povo, mas agora está mais difícil...
Comparações negativas...
Boas notícias!

Domingo, 5 de Julho de 2009
Late in the evening sunday bluzzzzz....
TVI
A TVI passou na passada sexta-feira uma hora e doze minutos de informação que, ponto após ponto, desfez literalmente o primeiro ministro e o governo. A day at the races
Confesso que este fim de semana não me entusiasmou particularmente. Foi um compasso de espera para o grande fim de semana que aí vem. Aí sim, maquinas das que nos fazem sonhar, nos despertam emoções, provas que têm nomes como Gentlemen Driver's... Entretanto, o ambiente de corrida já está no ar, estes dias tiveram, pelo menos, o dom de nos abrir ainda mais o apetite. Vrrrrrrroummmmmm...Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Lamentável
Ainda bem que o homem se demitiu (versão oficial).
Eu que vinha a acompanhar o debate pela rádio, ouvi dizer que Manuel Pinho saiu da bancada do Governo, falou com a imprensa e disse que não se demitia, voltou à bancada do Governo, saiu novamente com Pedro Silva Pereira e Augusto Santos Silva, e já não voltou.
Se se querie demitir, demitia-se e não fazia mais declarações, para além do pedido de desculpas.
E acho bem que o PS procure alguém para o substituir na sua lista por Aveiro, pois pessoas deste calibre não fazem cá falta nenhuma.
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Obras Públicas

Terça-feira, 30 de Junho de 2009
Desulpem qualquer coisinha...
Isto tem a ver com o nosso défice crónico de auto-estima, com a nossa humildadezinha.
É impensável imaginar um nórdico a começar um discurso pedindo desculpa pelo tempo que vai roubar aos ouvintes e acabar o discurso pedindo desculpa por qualquer coisa, cá em Portugal já assisti a vários assim. O problema é que nós desculpamos e, frequentemente, o discursante bem deve as desculpas; pois não tinha nada de interessante a dizer. O problema é que a culpa está em toda a parte, logo a desculpa impõe-se por tudo e por nada. São desajustamentos crónicos de atitude.
O utilizador intensivo do “desculpem qualquer coisinha” vive mal consigo e com o seu corpo, sentimo-lo como um corpo estranho e incómodo que se nos impôs por um periodo de tempo, melgou denodadamente, ocupou o nosso espaço, não nos trouxe nada de novo e no fim lá se afastou com as desculpas a sublinhar a consciência da sua impertinência. Quando se curvam ou baixam os olhos é pior ainda, imaginamos-lhes um chapéu amarrotado nervosamente nas mãos suadas.
Salazar gostava muito desta atitude geral e há quem continue a gostar, dá uma ideia de poder fácil ao desculpante, cheira a naftalina, xailes negros e gente ordeira; é o que resta de muitos anos de virtuosa pobreza, de medo e humildade forçada.
Pior que isto, só os que nos importunam sem interesse, com excesso de autoconfiança, roubam o nosso tempo, ocupam o nosso espaço e nem nos pedem desculpa no fim!
Pão e circo
Neste momento há uma revolução de enorme significado em curso no Irão, houve um golpe de estado nas Honduras, chegam os primeiros furacões do ano ao Caribe, houve eleições na instável Guiné, a recessão continua sem que ninguém saiba honestamente até quando e onde...
Nos noticiários, tivemos a transferência de Cristiano Ronaldo durante dias a fio, depois as férias algarvias de Cristiano Ronaldo, agora a morte de Michael Jackson.
Panis et circensis...
Domingo, 28 de Junho de 2009
Late in the evening Sunday bluzzz
À volta da Avenida
A realidade que todos nós constatamos é a de que a Avenida regrediu nos últimos 20 anos, tendo passado do verdadeiro centro da cidade, para uma artéria onde vamos ocasionalmente a um banco ou a um dos ainda resistentes estabelecimentos comerciais.
É pois necessário não só repensar a Avenida mas também decidir e passar à acção.
Mas o repensar da Avenida, ou pelo menos daquilo que eu tenho lido ou ouvido sobre o assunto, está, na minha opinião, a esquecer que a cidade mudou bastante e os cidadãos ainda mais.
Recuemos no tempo 20 anos. O que era a Avenida e Aveiro nessa altura?
Era onde se ia ao café (à semana e ao fim-de-semana, depois do almoço ou depois do jantar). Trianon, Tangará, Zig-Zag, Tico-Tico, Maravilhas, Bolinão ou Gelataria Recolecta eram alguns dos locais que, habitualmente estavam cheios. Quem não se lembra das esperas ao sábado, depois de almoço, para arranjar mesa no Zig-Zag? Ou de estar a jogar matraquilhos no Maravilhas à espera que vagasse uma mesa de bilhar?
Era também na Avenida o único sítio onde se ia ao banco, pois não havia balcões bancários espalhados pela cidade.
E era também na Avenida que se ia ao cinema (Aveirense, Avenida, Oita, Estúdio 2002) e, após o encerramento do Avenida enquanto cinema, podia-se ir ao bingo.
Mas Aveiro tinha outros pontos de encontro menos próximos do centro, normalmente cafés, mas onde também se encontravam regularmente vários grupos. Falo dos cafés com bilhares Taco, Ramona e Convívio ou também do Palácio que era o ponto de encontro não só das pessoas cuja vida profissional se passava junto ao Tribunal, mas também dos estudantes universitários que nele faziam uma das suas bases.
A população era menor, mas estes espaços estavam todos normalmente cheios.
Mas havia mais.
Esgueira e Beira-Mar na 1ª divisão de basquetebol, São Bernardo e Beira-Mar na 1ª divisão de andebol, Beira-Mar na 1ª divisão de futebol, com pavilhões regularmente cheios e os estádio bem composto. E o torneio de futebol de salão do Beira-Mar? Cerca de 2 meses de duração com 5 jogos diários e normalmente bastante gente a assistir.
Os Aveirenses, 20 anos atrás, iam. Saiam de casa, conviviam, iam ao cinema, ao café ou a espectáculos desportivos. Liam também mais jornais locais, como o Litoral, o Jornal de Aveiro ou o Correio do Vouga (3 semanários), o Diário de Aveiro, nascido nessa época, sem esquecer que os jornais diários do Porto tinham todos delegação em Aveiro.
Aproveito para recomendar, a quem quiser relembrar esse passado recente, para visitar o site de um projecto da Aveiro Digital que tem disponíveis em formato digital, milhares de jornais locais e regionais. Trata-se do projecto bibRia, disponível em http://bibria.cm-aveiro.pt/Forms/Highlights.aspx.
O verbo ir, hoje, tomou direcções diferentes. Perdeu-se o espírito de tertúlia, perdeu-se o hábito de sair de casa para conviver e, naturalmente, também a envolvente destes espaços que tinham uma frequência regular de pessoas, se ressentiu. É o que sucede na Avenida.
E, na minha opinião, a culpa não se pode encontrar apenas nos novos espaços comerciais da periferia que vieram naturalmente mudar a forma de vida dos aveirenses.
É necessário questionar e compreender os novos hábitos das pessoas para que se possam adaptar a esses novos hábitos, novas realidades culturais, comerciais, residenciais e de mobilidade. Quando soubermos aquilo que os Aveirenses anseiam então podemos partir de uma forma mais segura para fazer uma Avenida para o século XXI.
A ler!

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Problema que nunca foi resolvido
Fica este como memória e como lembrança de um problema que ficou por resolver.
Plano Estratégico
O plano estratégico da PT está bem delineado.
Objectivo: proporcionar uma oferta mais completa aos seus clientes de conteúdos, os Meos.
Forma de conseguir: oferecer-lhes o canal a que ainda não têm direito.
Qual? A TVI24.
Os Meos agradecem penhoradamente e, já agora requisitam também, o Porto Canal, a RAI e mais alguns canais a que ainda não temos direito.
ARQUIVADO!
Na sua fase “animal feroz”, este foi um dos actos de Sócrates para intimidar a imprensa, para sublinhar uma tentativa clara de controlo pelo medo. O famoso princípio do “quem se mete connosco, leva”.
Mais uma vergonha para o primeiro-ministro que, nesta nova fase da sua vida, deve ter encarado o resultado deste processo com a maior humildade...
Quarta-feira, 24 de Junho de 2009
Data das Eleições
A discussão em aberto, mais do que sobre a data efectivamente pretendida, versa sobre a possibilidade de as legislativas serem ou não em simultâneo com as autárquicas.
Apenas o PSD assume a opinião que as eleições devem ser em simultâneo.
De entre os argumentos contra a simultaneadade das datas, um dos mais ouvidos é o de que os eleitores podem ser levados à confusão se, no mesmo dia, tiverem que escolher os deputados do seu distrito, o presidente da câmara, os deputados municipais e o presidente da junta de freguesia.
Acontece que, desde que há eleições livres em Portugal, as eleições autárquicas promovem a eleição de 3 orgãos diferentes na mesma data e, que me lembre, nunca ouvi dizer que os eleitores se enganaram em quem iam votar.
Reparem, por exemplo, nos resultados da Freguesia da Vera-Cruz, em Aveiro, nas autárquicas de 2005:
O PS ganhou a câmara e a junta, mas perdeu a assembleia municipal. E, neste último órgão, teve cerca de 500 votos a menos do que aqueles conseguiu para a câmara, num total de 4000 eleitores.
Prova-se assim, na minha opinião, que os eleitores sabem muito bem o que está em causa no momento do voo.
Por isso, neste caso, sou contra a opinião do CDS, pois entendo que as eleições devem ser todas na mesma data, colhendo o País o benefício económico de se reduzir o tempo de campanha eleitoral e de não estar mais de um mês a discutir eleições.
San Joom II
Para onde vamos?

Perdeu-se o sentido de reserva, de intimidade, a reflexão faz-se com os muitos amigos superficiais que estão sempre prontos a largar um chorrilho de banalidades para afagar o potencial mal-estar dos nossos egoísmos.
Se largamos a namorada na esquina, já o deveríamos ter feito, era um peso que nos impedia de evoluir. Se deixamos os filhos para trás, é melhor para eles saberem que o pai está feliz e realizado. Se um amigo nos critica, é inveja, frustração. Se negligenciamos os pais, é o supremo direito ao nosso espaço. Se nos endividamos, a culpa é da banca.
É mesmo assim, só estamos no caminho certo quando decidimos em função do nosso prazer, do nosso sucesso, da nossa conveniência. Se sentirmos uma pitada de dúvida, há sempre um amigo do ginásio ou do reiki que entre duas cigarradas e três banalidades de ocasião nos cita o Paulo Coelho e nos reconduz ao caminho certo.
O caminho certo é o “nosso caminho”, um passeio onde vamos trocando de companhia ao sabor do momento, onde trabalhamos uma ideia de passado agradável sem lugar para os que nos foram alguma vez inconvenientes, onde o futuro será sempre risonho porque os únicos que dele farão parte são os tais que nos dizem o que queremos ouvir.
Agentes muito especiais

Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Biba o San Joom, carago
fotografia "emprestada" por http://cidadesurpreendente.blogspot.com/Hoje é noite de sardinha, vinho e cerveja qb+++, manjericos, alhos-porros, martelinhos, fogo de artifício e muitos balões no ar.
O maior da minha rua!

Damos uma vista de olhos pelas redes sociais e ficamos impressionados. Se no Hi5 não há quem não inflacione as maminhas com o famoso push-up, já no Linkedin são muitos os que introduzem os mais variados upgrades no seu historial de vida. Concluindo, é difícil encontrar fotografias de gente com óculos de dez dioptrias e canudos de escolas mais manhosas.
O que me intriga é o mecanismo mental associado a esta atitude, esta transição dos mecanismos mentais do chat para as redes sociais. No chat podíamos construir um personagem e sermos primos do Clark Kent, não havia problema, dificilmente se descobriria. A nossa interlocutora era tal e qual a Sharon Stone e assim se construía uma mundo de alter-egos, sem tradução real, uma teatrada que viciou muita gente e desiludiu outra tanta.
Nas redes sociais a coisa impressiona porque há uma cara e um nome, há factores de identificação concretos e facilmente se percebe o embuste. Rapidamente se descobre que a menina se fotografa sempre de boca fechada para escapar a comparações equídeas, que o jovem dinâmico e empertigado não andou na FEUP e conclui o ISEP com custo e anos de sobra; que o técnico de expedição postal é o mesmo carteiro de sempre.
O Portugal real vive em bicos de pés. De relógio falso no pulso, roupinha contrafeita, e cartão dourado para exibir. O dinheiro dos livros vai para o telemóvel de última geração, o dos legumes para o fast-food do shopping.
Agora, o Portugal das redes sociais, esse sim, enche-nos de orgulho! Um paraíso na terra!
A Paz
Confesso que precisei de tempo para digerir o último Conselho Nacional do CDS. Fui dos que defendia um gesto grande de Portas para Ribeiro e Castro. No entanto, as feridas ainda abertas sangram com o acto consumado.
Nem sempre conseguimos separar a racionalidade política da emoção. Damos por nós entusiasmados com uma ideia e amargurados com a sua concretização. As relações dentro do partido são como uma grande família, vão deixando um lastro de afectos, de mal entendidos e ressentimentos. Apagar tudo num curtíssimo espaço de tempo é difícil e raramente sincero.
Não sei como reagiria se estivesse na pele do Alvaro Castello Branco, esta é a verdade. Mas, o gesto de Paulo Portas deve fazer-nos reflectir a todos. A aceitação de Ribeiro e Castro não é só uma bofetada nos precipitados que partiram, é motivo de análise ponderada para os seus apoiantes e opositores.
Portas e Castro protagonizaram um acto de reconciliação raro no partido, pondo o interesse da instituição acima das questões pessoais; estão ambos de parabéns. Cumpre agora a todo o CDS ultrapassar as “coisas” do passado e buscar um futuro maior.
Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Late in the evening sunday bluzzzz....
Domingo, 21 de Junho de 2009
Casual, ma non troppo

Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Carlos Candal
É uma daquelas notícias sobre a qual não apetece escrever. Infelizmente é a lei da vida.
Vou ter saudades daquele "falar grosso" na AM, que sendo sentido e apelando ao íntimo das suas razões, nunca, das vezes que o ouvi, senti que fosse ofensivo para alguém.
Tomaram muitos, dos que apenas conseguem falar "fininho", ter 10% da capacidade que Carlos Candal tinha para argumentar.
E quando era necessário dar razão aos que se lhe opunham, tinha a capacidade para o fazer sem ressentimentos.
Aveiro sentirá a sua falta.
Autoeuropa

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Quando a Enguia se antecipa ao Parlamento
Acontece que ontem o assunto chegou ao Parlamento.
E isto prova que a blogosfera ajuda (e muito) quem tem que fazer oposição ou quem tem que governar.
Qualquer dia temos que começar a pedir umas ajudas de custo...
Hommage a Lino ou la sagesse de jamais dire jamais
Terça-feira, 16 de Junho de 2009
O Porto é uma naçãoee...

E BIBA o PORTO.
Diário da República
É o caso do Diário da República, cuja consulta e acesso grátis e universal através da internet são de realçar.
No entanto, alguém se terá esquecido de um pequeno pormenor.
Se, numa edição em papel, podia fazer sentido a disposição tradicional do DR em 2 colunas, agora, na versão electrónica, esse layout não faz qualquer sentido, só contribuindo para dificultar a sua leitura.
É pois necessária a criação de uma comissão de sábios, com o pagamento das respectivas ajudas de custo e demais mordomias, para que estudem de um modo aprofundado o novo layout para o DR do século XXI.
Os leitores agradecem.
Irão

Os numeros da tragédia


